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	<title>luciana silva</title>
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		<title>Trabalho e Ociosidade</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 20:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe o ditado do mal que vem para o bem? Aconteceu comigo, profissionalmente. Passei um momento profissional muito delicado ano passado. Os problemas envolveram mentiras, roubo, enganação e manipulação. Só o básico do mundo dos negócios. A diferença desta vez é que ocorreu de forma interna na empresa onde eu deveria ser sócia. Hoje tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe o ditado do mal que vem para o bem?<br />
Aconteceu comigo, profissionalmente.</p>
<p>Passei um momento profissional muito delicado ano passado. Os problemas envolveram mentiras, roubo, enganação e manipulação. Só o básico do mundo dos negócios. A diferença desta vez é que ocorreu de forma interna na empresa onde eu deveria ser sócia.</p>
<p>Hoje tenho minha própria empresa, de fato. E junto vieram outros bons profissionais que eram meus colegas na empresa anterior. A diferença é a compensação financeira real do trabalho duro que já fiz e venho fazendo. Apesar de eu ser muito exigente comigo mesma considero que venho fazendo um ótimo trabalho aos meus clientes e evoluindo sempre.</p>
<p>O que para os outros é descartado para nossa empresa é nicho de negócio. Hoje já temos alguns parceiros e colaboradores e a empresa está prosperando de forma saudável e correta.</p>
<p>Agora preciso é de descanso, tempo para ler, pensar. Acho que sem reflexão a vida passa batida. Sem descanso e diversão o esforço do trabalho é em vão.</p>
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		<title>Máscaras e papéis: O messias</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 00:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[educação emocional]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás eu escrevi um post raivoso sobre como me senti doando minha prestatividade emocional para dar conselhos e ajudar pessoas próximas. Venho lendo sobre papéis que representamos temporariamente ou permanentemente e que são desenvolvidos pelo sistema de proteção do nosso ego. Por exemplo: o frágil, o pateta, o tagarela, o capacho, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás eu escrevi um post raivoso sobre como me senti doando minha prestatividade emocional para dar conselhos e ajudar pessoas próximas.</p>
<p>Venho lendo sobre papéis que representamos temporariamente ou permanentemente e que são desenvolvidos pelo sistema de proteção do nosso ego. Por exemplo: o frágil, o pateta, o tagarela, o capacho, o pacífico...</p>
<p>Repensando minha atitude penso que eu descobri que estava me doando demais e me esquecendo de mim mesma. Senti raiva e frustração comigo mesma e descontei em outrem. Não pensava como hoje.</p>
<p>Hoje considero que nossos sentimentos são nossa responsabilidade, mesmo que o outro tenha feito algo ruim. Só eu decido se quero me sentir mal com alguma coisa. As vezes nós não temos noção do que nossas atitudes causam ao outro.<br />
Venho procurando equilíbrio emocional para agir sempre de forma justa, bondosa, pacífica... qualquer coisa que não seja ruim.</p>
<p>Na época representei dois papéis: o do messias (ajudante) e o da possibilitadora. O messias é aquele que sempre está disposto a ajudar os outros, revisando trabalhos e dando conselhos. O possibilitador é bem parecido, ele é aquele que toma todas as responsabilidades, inclusive dos outros, para si.</p>
<p>Então tudo isto foi pesando, pesando até que eu "explodi". Decidi não mais fazer favores. Pelo menos não com o intuito de mostrar minha prestatividade para todos. Resolvi não ser conselheira de mais ninguém a não ser de mim mesma. Resolvi fazer as pessoas aprenderem a pescar ao invés de dá-las o peixe.</p>
<p>Obrigada quem leu. Deixe seu comentário. =*</p>
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		<title>De quem sou e a filosofia</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dia o professor de filosofia perguntou aos alunos na aula? -Quem é você? Ele queria verdadeiramente a resposta mas ninguém teve coragem ou sabia responder. Então, ele foi mais incisivo e por algum motivo se voltou para mim e perguntou quem eu sou. Nunca respondi algo sem nem um segundo de hesitação como respondi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia o professor de filosofia perguntou aos alunos na aula?</p>
<p>-Quem é você?</p>
<p>Ele queria verdadeiramente a resposta mas ninguém teve coragem ou sabia responder.<br />
Então, ele foi mais incisivo e por algum motivo se voltou para mim e perguntou quem eu sou.<br />
Nunca respondi algo sem nem um segundo de hesitação como respondi a esta pergunta.</p>
<p>Quando crescemos as coisas se tornam várias vezes mais complexas. Cada experiência que vivi foi me redefinindo e me levando a agir de uma forma ou de outra.</p>
<p>Hoje sei que gosto de conhecer pessoas,<br />
ouvi-las partilhar quem elas são e saber de suas histórias.</p>
<p>Gosto de conhecer lugares e pensar sobre sua importância<br />
em todos os aspectos, entender porque ele é como é.</p>
<p>Gosto de ler, mergulhar por horas ou apenas alguns minutos<br />
em um texto que me leve a construir mundos em pensamento.</p>
<p>Já amei muito e espero amar ainda mais.</p>
<p>O computador, com o qual eu sou constantemente associada,<br />
não é mais quem uma ferramenta para minhas aventuras.</p>
<p>Quero falar várias línguas.</p>
<p>Não sei se é melhor fazer tudo isso acompanhada ou não. Eu irei descobrir.</p>
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		<title>Se eu fosse eu &#8211; Clarice Lispector #MinutoLiteratura</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 02:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[#MinutoLiteratura]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu não sei onde guardei um papel importante e a procura revela-se inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase "se eu fosse eu", que a procura do papel se torna secundária, e começo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu não sei onde guardei um papel importante e a procura revela-se inútil, pergunto-me: se eu fosse eu e tivesse um papel importante para guardar, que lugar escolheria? Às vezes dá certo. Mas muitas vezes fico tão pressionada pela frase "se eu fosse eu", que a procura do papel se torna secundária, e começo a pensar, diria melhor SENTIR.</p>
<p>E não me sinto bem. Experimente: se você fosse você, como seria e o que faria? Logo de início se sente um constrangimento: a mentira em que nos acomodamos acabou de ser movida do lugar onde se acomodara. No entanto já li biografias de pessoas que de repente passavam a ser elas mesmas e mudavam inteiramente de vida.</p>
<p>Acho que se eu fosse realmente eu, os amigos não me cumprimentariam na rua, porque até minha fisionomia teria mudado. Como? Não sei.</p>
<p>Metade das coisas que eu faria se eu fosse eu, não posso contar. Acho por exemplo, que por um certo motivo eu terminaria presa na cadeia. E se eu fosse eu daria tudo que é meu e confiaria o futuro ao futuro.</p>
<p>"Se eu fosse eu" parece representar o nosso maior perigo de viver, parece a entrada nova no desconhecido.</p>
<p>No entanto tenho a intuição de que, passadas as primeiras chamadas loucuras da festa que seria, teriamos enfim a experiência do mundo. Bem sei, experimentaríamos emfim em pleno a dor do mundo. E a nossa dor aquela que aprendemos a não sentir. Mas também seríamos por vezes tomados de um êxtase de alegria pura e legítima que mal posso adivinhar. Não, acho que já estou de algum modo adivinhando, porque me senti sorrindo e também senti uma espécie de pudor que se tem diante do que é grande demais</p>
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		<title>Livros</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 01:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns eu devoro como uma fruta doce e suculenta em uma tarde de outono. Estes são os que dão conforto a minha alma. Outros eu leio devagar e duramente. Estes, geralmente, são livros sobre temas que ainda me inicio e cuja linguagem pouco conheço. Outros ainda tocam minha alma, me fazem querer ser uma pessoa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns eu devoro como uma fruta doce e suculenta em uma tarde de outono. Estes são os que dão conforto a minha alma.</p>
<p>Outros eu leio devagar e duramente. Estes, geralmente, são livros sobre temas que ainda me inicio e cuja linguagem pouco conheço.</p>
<p>Outros ainda tocam minha alma, me fazem querer ser uma pessoa melhor. Estes são os livros que eu pratico, releio, relembro.</p>
<p>Livro bom é livro rasgado, lido, emprestado. </p>
<p>Saudade da profundidade de uma comunicação real em que dois se compreendem compartilhando o dom de si mesmos.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 15:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Amor lutou para sobreviver e acabou se consumindo como um cachorro que se come pela cauda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Amor lutou para sobreviver e acabou se consumindo como um cachorro que se come pela cauda.</p>
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		<title>Sanidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 19:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Deus, me ajude a ficar sã.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deus, me ajude a ficar sã.</p>
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		<title>Armas, germes e aço</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[historia]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário interessante mas com visão (como sempre) muito americanizada (e imperialista). Esta é uma lista de reprodução de todo o documentário que foi produzido pela National Geographic. Basta dar play e aguardar. Guns, Germs, and Steel: The Fates of Human Societies (no Brasil: Armas, Germes e Aço - Os Destinos Das Sociedades Humanas, 1997) é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário interessante mas com visão (como sempre) muito americanizada (e imperialista).<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/p/A9CA9AD6E0A7B6AA?hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/p/A9CA9AD6E0A7B6AA?hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Esta é uma lista de reprodução de todo o documentário que foi produzido pela National Geographic.<br />
Basta dar play e aguardar.</p>
<blockquote><p>Guns, Germs, and Steel: The Fates of Human Societies (no Brasil: Armas, Germes e Aço - Os Destinos Das Sociedades Humanas, 1997) é um livro de Jared Diamond, professor de Geografia na UCLA. Em 1998, a obra recebeu o Prêmio Pulitzer e o Prêmio Aventis de melhor livro científico. Um filme documentário baseado no livro foi produzido pela National Geographic Society e transmitido em julho de 2005.</p>
<p>Segundo o autor, um título alternativo teria sido A short history about everyone for the last 13,000 years. Mas o livro não é simplesmente um relato do passado; ele tenta explicar por que a civilização da Eurásia, como um todo, sobreviveu e conquistou outras civilizações, ao mesmo tempo que refuta a crença de que a hegemonia eurasiana seria devida a alguma forma de superioridade intelectual ou moral. Diamond argumenta que as diferenças de poder e tecnologia entre as sociedades humanas não refletem diferenças culturais ou raciais, mas sim são causadas por diferenças ambientais amplificadas por diversas retroalimentações positivas. Ele também sustenta a tese de que sociedades com excedentes alimentares e altos ou médios graus de interação com elementos externos são mais aptas a encorajar indivíduos extraordinários a perceber e usar seu potencial e também a adotar novas invenções.</p></blockquote>
<p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Armas,_Germes_e_A%C3%A7o_-_Os_Destinos_das_Sociedades_Humanas</p>
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		<title>Como foi o fim de ano do pessoal da Porta22</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 20:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[profissional]]></category>

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		<title>A Saudade e a Amizade</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 11:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós mulheres temos saudade do que apenas nos foi concedido recentemente: liberdade. Temos saudade de ver o que nunca vimos, nos aventurar onde nunca antes nos metemos. Os homens tem saudade de amizade.De abraçar o amigo e não ser chamado de viado. De conversar besteira ou coisa séria. Pode ser isso, ou coisa da minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós mulheres temos saudade do que apenas nos foi concedido recentemente: liberdade.<br />
Temos saudade de ver o que nunca vimos, nos aventurar onde nunca antes nos metemos.</p>
<p>Os homens tem saudade de amizade.De abraçar o amigo e não ser chamado de viado. De conversar besteira ou coisa séria.</p>
<p>Pode ser isso, ou coisa da minha cabeça. =)</p>
]]></content:encoded>
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